
Os verdes campos alagados da Baixada Ocidental, em tempos remotos espelhos d’água onde o céu repousava sua imensidão, hoje gritam por socorro em um silêncio fúnebre.
O que antes era um mosaico vivo de cores, entre aves ribeirinhas, peixes saltitantes e a dança das águas sob o sopro do vento, agora agoniza sob a sombra do descaso e da ambição desmedida...
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